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Sustentabilidade: Cuidar do Ambiente

março 2016

Uma das valências do SIAP, o Sistema Integrado de Apoio à Produção, desenvolvido pela CUF, consiste em analisar em permanência a utilização de recursos, tanto em termos de produção de anilina, como de cloro. Pretende-se minimizar o consumo de energia, a utilização de água e a libertação de emissões.

 Há um esforço continuado nesse sentido. Para a CUF, existe obviamente um motivo económico: cada unidade produzida com menos desperdício de recursos é um ganho. Mas tem, também, um elemento de responsabilidade social: a CUF está firmemente apostada em promover a sustentabilidade ambiental do seu processo produtivo.

 

Segundo Maria José Alves, Coordenadora de Ambiente Qualidade e Segurança, estes esforços seguem quatro eixos principais: “diminuição do consumo de energia; menor utilização de água; redução da quantidade de matérias-primas necessárias; diminuição dos efluentes, emissões para a atmosfera e resíduos”.

 

Nesse sentido, foram feitos grandes investimentos em tecnologia e desenvolvido um número considerável de projectos, sendo alguns de Inovação e Investigação e Desenvolvimento, com vista a uma diminuição assinalável dos consumos de energia. Em relação ao consumo da água, têm-se reduzido também os gastos, mas o processo tem sido mais complexo e ainda não há um balanço final dessa evolução. Foram criados grupos de trabalho e está em curso um projecto de purificação de um efluente aquoso, a ser utilizado para produção de vapor.

 

No âmbito do PEC (Projecto de Expansão de Capacidade - 2010) foram implementadas as melhores tecnologias disponíveis que permitiram reduzir substancialmente as emissões gasosas. A nova fábrica de ácido nítrico, por exemplo, permite a redução de 35% do consumo de gás natural e a redução significativa da emissão de gases com efeito de estufa. Mas não só: a produção de vapor, por aproveitamento do calor da reacção de oxidação do amoníaco, permite substituir as caldeiras de produção de vapor através da queima de gás natural. Graças a isso, o novo sistema permite que cerca de 20% do consumo de vapor na fábrica seja produzido sem recurso à queima de gás natural.

 

Em relação à produção de anilina, o esforço tem também sido contínuo e, segundo o Coordenador de Tecnologia, Engenharia de Processo e Desenvolvimento, Paulo Araújo, caracteriza-se sobretudo “pela optimização da produção e a sua intensificação”. “Hoje é possível fabricar mais com um menor consumo de energia e de matéria-prima. A intensificação tecnológica permitiu um aumento da produção, proporcionalmente superior ao aumento de equipamentos instalados”.

 

Tanto Paulo Araújo, como Maria José, afirmam que este é um processo permanente e que se fazem diariamente esforços no sentido de uma maior integração energética, para optimizar ainda mais os consumos.

 

Este processo de melhoria contínua, que começou no final dos anos 90, permite hoje à CUF afirmar que “dispõe de tecnologia proprietária na produção de anilina e conta com os sistemas mais modernos da indústria química mundial”.  

 

 

 

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