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CUF recebe colaboradores da José de Mello

novembro 2016

Durante três dias, vinte colaboradores das várias plataformas de negócio da José de Mello percorreram as diferentes empresas do Grupo: CUF, Innovnano, Brisa, hospitais da José de Mello Saúde, Monte da Ravasqueira… Uma viagem repleta de boas experiências.

Na sala de controlo da Innovnano, em Coimbra, os vinte jovens colaboradores das várias empresas pertencentes ao Grupo José de Mello não tiram os olhos dos monitores. Luis Almeida, o Diretor de Operações da fábrica, faz a contagem decrescente e, no momento certo, aponta para os écrans onde se assiste a uma descarga elétrica instantânea e se observa um súbito aumento de pressão nas câmaras de expansão. A reação, uma explosão controlada, aconteceu no edifício do lado e foi monitorizada remotamente e em tempo real. Um acontecimento que só é possível porque a Innovnano desenvolveu uma técnica inovadora a nível mundial, denominada síntese por detonação por emulsão, que lhe permite produzir industrialmente, a muito altas pressões, vários tipos de nanomateriais.

Um universo futurístico, de materiais com propriedade únicas, que impressionou os jovens visitantes do programa “Conhecer o Grupo José de Mello”: «Isto é o máximo! Não tinha ideia do que se fazia aqui, nem deste conhecimento científico e tecnológico que o Grupo detém», confessa Gonçalo Ribeirinho, 26 anos, e que entrou há um mês para o Marketing Digital do Monte da Ravasqueira.

 

A palavra de ordem nesta unidade é segurança. Por isso, após a apresentação do administrador João Calado e das explicações sobre os procedimentos a ter dentro das instalações, e já equipados com os óculos de proteção e sapatilhas de plástico, alguns jovens encaminham-se para as três salas do laboratório, onde o produto resultante da detonação física é tratado. Nas prateleiras há frascos de todos tamanhos, tubos de ensaio e provetas. Há microscópios e outros equipamentos de ponta, que os técnicos manuseiam diariamente. Há também uma Bimbi, daquelas que se tem em casa para fazer bolos, mas que aqui tem uma utilização mais profissional: a de centrifugar materiais. «É aqui que analisamos o pó produzido e fazemos as diversas experiências e testes», explica o investigador Nuno Vitorino, acrescentando: «Fabricamos pastilhas de zircónia, um material quase tão duro como o próprio diamante e que tem várias aplicações, desde o campo da medicina com as próteses dentárias até revestimentos cerâmicos de grande capacidade térmica».

 

O conhecimento científico que aqui se desenvolve coloca Portugal na linha da frente na área dos materiais sintetizados a alta pressão a nível internacional. Tal como Gonçalo Ribeirinho, também Rita Serra começou a trabalhar para o Grupo há um mês, mas na CUF, na área do Planeamento Estratégico. Já conhecia a Innovnano, mas ainda assim absorveu toda a informação que foi transmitida: «Acredito que sair do escritório para ver ao vivo e a cores como funcionam as áreas da tecnologia e da química é uma mais-valia para o meu trabalho. Mas estas iniciativas também permitem conhecer as outras empresas, porque estou num departamento de muitas ramificações», frisa a jovem.

 

O périplo pelas várias plataformas de negócio da José de Mello começou no dia anterior, na sede do Grupo. Ainda nesse dia, seguiu-se uma visita às instalações da Brisa e ao Hospital de Vila Franca de Xira. Antes de chegarem à Innovnano, os jovens começaram o seu dia a visitar o complexo químico da CUF, em Estarreja. Chegaram de autocarro e depois de uma apresentação em sala sobre a história e o negócio da CUF, feita pelo Diretor Eduardo Teiga, iniciaram uma visita às duas áreas industriais: do cloro-álcalis e da anilina e derivados. Em cada uma das unidades fizeram uma paragem pelas salas de controlo para observar a complexidade de gerir fábricas desta dimensão e capacidade.

 

Na sala de controlo do cloro-álcalis, os três operadores olhavam atentamente para os ecrãs de computador, cujos gráficos coloridos representam as unidades processuais e todas as variáveis que devem ser controladas. A fábrica está totalmente automatizada e é controlada à distância. Além da monitorização em gráficos, os técnicos fazem-se valer também das câmaras de videovigilância espalhadas por todo o complexo - caso haja alguma falha técnica que mereça ser reparada. «Desconhecia a importância da CUF no mercado em que opera. Estou impressionada», diz Mariana Fiadeiro, de 33 anos, a trabalhar na Direção Jurídica do José de Mello Saúde há quase dois anos, enquanto caminha para a unidade de eletrólise.

 

A visita pelas várias áreas de negócio ainda vai a meio, mas a advogada destaca a sensação de proximidade com os profissionais do Grupo: «Estas visitas permitem-nos perceber o que existe para lá dos nossos departamentos, das nossas caixinhas. Há um mundo de pessoas que pode ajudar-nos no nosso dia-a-dia e é bom saber que podemos ser úteis para os outros que estão em outras áreas». Também Gonçalo e Rita são unânimes em considerar o lado positivo destas visitas. Rita frisa que «conhecer colegas de outros departamentos ajuda à integração na empresa» e Gonçalo realça a «interajuda das pessoas que faz as coisas acontecerem».   

 

A visita continuará no dia seguinte. Os colaboradores que participaram nesta edição do “Conhecer o Grupo José de Mello” irão ainda ao Hospital da CUF Descobertas e depois ao Monte da Ravasqueira, onde terão a oportunidade de se deliciar com iguarias únicas.   

 

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